segunda-feira, 30 de junho de 2008

Sugestões de Leitura - Ouviram do Ipiranga




Ouviram do Ipiranga
De: Marcelo Duarte


Num daqueles dias de arrumação, Beatriz recebe um presente do avô. É a batuta que pertenceu a Francisco Manuel da Silva, autor da música do Hino Nacional. Ao dizer as palavras mágicas ?Ouviram do Ipiranga? três vezes, a batuta ganha vida e conta à menina toda a história do hino. O livro Ouviram do Ipiranga, que está sendo relançado este mês pela Panda Books, traz o significado de cada palavra da letra do Hino Nacional, usando uma linguagem simples para a compreensão das crianças, além de conter fatos históricos relacionados à criação da letra. No final da obra, o leitor encontra além da letra do Hino Nacional Brasileiro, o Hino da Independência e da Proclamação da República, e também uma biografia dos personagens mencionados na história, como por exemplo, Dom Pedro I.

Nesta divertida e didática história, as crianças, e os adultos, é claro!, irão aprender que a difícil letra deste hino tão bonito, no fundo, no fundo tem mais charme do que se imagina. Uma importante obra que reúne informações e curiosidades sobre o Hino Nacional, e essencial para as escolas que começam a motivar crianças e jovens a conhecer e a respeitar sua Pátria.

Sugestão de Atividade

Além de apresentar a história do Hino Nacional e a análise de sua letra, o livro traz outros dois hinos: o da Independência e o da Proclamação da República, bem como a biografia dos compositores responsáveis por essas três peças musicais. Uma atividade interessante seria, a exemplo do que é feito pelos personagens do livro, analisar e traduzir para a linguagem informal dos dias de hoje os versos desses dois hinos.

40 páginas

R$ 25,90

Editora Panda Books

https://pandabooks.websiteseguro.com/livros.php?id=102

sexta-feira, 27 de junho de 2008

A COLONIZAÇÃO ALEMÃ E DE OUTRAS NACIONALIDADES

O livro “ Conhecendo Petrópolis”, nos apresenta uma boa descrição do modo como ocorreu esse processo histórico. Eis a descrição:

Depois da Revolução Francesa em 1789 até as revoluções de 1848 na Europa, a Alemanha atravessou uma situação muito difícil. Havia discórdia por toda a parte. O povo estava cansado de tantas guerras. Os Estados, as pessoas ricas e pobres estavam cheias de dívidas, a indústria não funcionava e as estradas estavam destruídas. Havia um desemprego muito grande no Rhur. Quase todos estavam praticamente na miséria. Existiam muitos problemas nas minas de carvão, causando muito desemprego. Os que praticavam a vinicultura ficaram por lá; o restante, dependendo de outros empregos e não tendo onde trabalhar, não tiveram como se manter, procuraram emigrar para as Américas do Norte e do Sul.

A maioria dos colonos era natural de aldeias localizadas em 2 bispados: Treves e Mogúncia. Esses 2 bispados estavam englobados na região da Renânia e Westphália, ou seja, no Grão-Ducado de Hesse-Darmstadt e no Ducado de Nassau, região atualmente conhecida pelo nome de Hunsruck.

Em 1837, chegou ao Rio de Janeiro o navio Justine com 238 imigrantes alemães, cujo destino seria Sidney, na Austrália. Devido aos maus tratos sofridos a bordo, os colonos alemães resolveram não seguir viagem, permanecendo no Rio de Janeiro. Após se entender com a Sociedade Colonizadora do Rio de Janeiro, Koeler interessou-se por eles e através de pagamento de indenização feito pelo Governo ao capitão do navio, de nome Lukas, foi dada permissão aos colonos de desembarcarem no Rio de Janeiro.

Os colonos, agora sob a ordem de Koeler, estiveram primeiramente trabalhando no Meio da Serra, depois foram para o Itamarati. No fim de seu mandato, João Caldas Viana, presidente da Província do Rio de Janeiro, recebe de Charles Delrue, Vice-Cônsul do Brasil em Dunquerque, uma proposta de envio de colonos para trabalhar no Brasil, deixando para o seu sucessor no Governo da Província, Aureliano de Souza e Oliveira Coutinho, a realização do contrato para a introdução de 600 casais de colonos alemães, assinado em 17 de junho de 1844, para trabalharem em diversos ofícios, inclusive a construção de estradas. Pelo documento, a primeira leva de 100 colonos deveria estar no Porto do Rio de Janeiro dentro do prazo de 8 meses.

Os colonos saíram de Dunquerque no navio Virginie, sob o comando do capitão Faure em 28 de abril de 1845 chegando no Rio de Janeiro em 13 de junho do mesmo ano.

Os primeiros 161 emigrantes alemães, homens, mulheres e crianças, estavam sujeitos a várias formalidades no desembarque, além das normas de saúde que eram verificadas por uma comissão de três funcionários nomeados pelo Presidente da Província do Rio de Janeiro, com prazo de 3 dias depois do navio ter chegado.

Foram levados para Niterói, capital da Província, tendo sido acomodados em barracões na praça São João Batista, junto da igreja matriz, onde ficaram por dez dias. De Niterói vieram para o Rio, ficando no Arsenal de Guerra, onde se acha hoje instalado o Museu Histórico Nacional. Os colonos alemães receberam a visita do Imperador D. Pedro II, que deu algumas gratificações aos mais necessitados e lhes prometeu um grande apoio e proteção.

Depois seguiram viagem para o Porto da Estrela, pelo rio Inhomirim, em falúas a vela ou remo para aquele porto, gastando de 8 a 9 horas de viagem. Do Porto da Estrela para o Córrego Seco, os colonos vieram a pé, com escala na Fábrica de Pólvora e no Meio da Serra, onde existiam ranchos para os viajantes, alcançando Petrópolis em 29 de junho de 1845.

Vieram muito mais alemães católicos do que protestantes. No dia 19 de outubro de 1845, na praça Coblenz, dia de São Pedro de Alcântara, no mesmo altar que fora totalmente ornamentado com flores silvestres, o Padre Luís Gonçalves Dias Correia celebrou uma missa para os católicos e o pastor Frederico Ave-Lallemant professou um culto para os protestantes. O Presidente da Província, Aureliano de Souza e Oliveira Coutinho, compareceu a essa solenidade, tendo feito um grande elogio ao trabalho dos colonos.

Koeler projetou uma colônia agrícola, que seria estabelecida com a ajuda dos alemães. Os colonos se dedicaram com afinco, derrubando matas, semeando, abrindo caminhos e construindo casas.

Foram muitas as dificuldades. Logo que aqui chegaram foi necessária a compra de mais de 200 cabras para alimentar as crianças, já que suas mães não tinham leite, devido aos maus momentos que passaram durante a viagem. A terra dada aos colonos para o cultivo era imprópria e nada era conseguido em termos econômicos.

Para os alemães se sentirem à vontade e se lembrarem de sua terra, Koeler prestou uma homenagem aos colonos, repetindo os nomes de cidades e regiões de sua origem na Alemanha nos respectivos bairros que denominou quarteirões: Mosela, Palatinado, Westphalia, Renânia, Nassau, Bingen, Ingelheim, Darmstadt, Woerstadt, Siméria, Castelânia e Worms. Além disso, homenageou as diversas nacionalidades de outros colonos, dando-lhes nomes nos quarteirões: Quarteirão Francês, Suíço e Brasileiro.

Hoje os descendentes de colonos estão por toda a cidade e seus nomes de família, alguns até modificados, dão nomes a ruas e praças. Os colonos alemães progrediram e elevaram muito o nome de Petrópolis, contribuindo para o seu desenvolvimento. Seu trabalho e sua lembrança estão marcados para sempre.

Fonte: Prefeitura Municipal de Petrópolis
http://www.petropolis.rj.gov.br/

Falta 1 dia para BAUERNFEST

Palácio de Cristal e seus arredores Bauernfest é a festa do Colono alemão, em Petrópolis. Essa festa é realizada desde 1990, comemorando a chegada dos primeiros colonos Alemães à Petrópolis, em 29 de Junho de 1845. São realizadas apresentações de grupo de dança folclórica, desfiles pelas ruas da cidade, e também um caminhão de chopp, servindo de graça para todos que o acompanham. As cucas quentinhas assadas em fornos de barro são as mais procuradas na área de gastronomia, que conta também com pães, biscoitos, schmiers, massas, produtos das agroindústrias e das salsicharias de Nova Petrópolis. O restaurante típico serve muito chucrute e carne de porco é também atração gastronômica. * Praça Visconde de Mauá, 305 – Centro – Petrópolis – RJ * Endereço do site: www.petropolis.rj.gov.br

Telefone para informações: 0800241516

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Porque não pirateamos essa idéia?




Bibliotecas beneficiam população em terminais de ônibus
Luciana Collet - Gazeta Mercantil

Os terminais de ônibus urbanos da grande Vitória estão sendo equipados, pouco a pouco com bibliotecas populares. Com isso, os usuários do sistema de transporte público da região, de cerca de 500 mil pessoas, têm acesso a clássicos da literatura nacional e internacional e best-sellers. Trata-se de uma iniciativa da ONG Universidade para Todos, em parceria com a ArcelorMittal Tubarão, a Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória (Ceturb) e a Secretaria de Cultura do Espírito Santo.

O projeto Biblioteca Transcol, iniciado em 2006, já possibilitou a inauguração de bibliotecas em três terminais rodoviários: no Terminal Laranjeira, no município de Serra, inaugurada em agosto de 2007, no terminal de Itaciba, em Cariacica, e no Ibis, em Vila Velha, ambas inauguradas no início deste ano. Até o final do ano estão previstas mais 3 inaugurações, atendendo assim, toda região metropolitana da capital capixaba. Cada unidade recebe cerca 700 livros novos dos quais cerca de 50 por dia são emprestados.

De acordo com a especialista em Responsabilidade Social da ArcelorMittal Tubarão, Fátima Guerra, a empresa já deve investir R$ 45 mil por unidade, na montagem da estrutura que acolhe a biblioteca e na manutenção. Os alunos da ONG ficam responsáveis pela operação. "Entre os livros mais procurados estão o Código da Vinci e os da série Harry Potter", disse, citando também autores nacionais como Luiz Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor e Ana Maria Machado. "Mas também procuramos atender a demanda dos usuários, como a de uma senhora que nos pediu Meu pé de Laranja Lima, que tivemos de comprar", disse.


quarta-feira, 25 de junho de 2008

HOJE, 26/06, ANIVERSÁRIO DA IMAGINAÇÃO

Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida !!!!
Venham todos para o Aniversário da Imaginação, tem bolo, tem pizza, tem refri. Dentro da cesta de brinquedos no bairro do Bingen, todos já sabem o endereço!

Oops Não esqueçam o presente


Vou revelar algumas fotos da juventude da Imaginação

1 – foto

Primeiros dias de após a confecção (nascimento).

2 - foto

Aos 5 anos , com os presentes que ganhou no seu aniversário.


3 – foto

Sempre gostou de andar na moda, com alguns modelitos básicos.


4 – foto

É, nem tudo são flores... Essa aqui é uma foto de quando ficava de castigo, pendurada no cabide atrás da porta...
5 - foto

Imaginação e Era Uma Vez eram amigas de bagunça e brincadeiras.
6 - foto

Com 15 aninhos, quando debutou, ganhou um baile foi na seção de brinquedos da Casa Gelli (faz tempo).
Espero que ela não fique aborrecida, mas mandei essas fotos para o pessoal conhecer um pouco da vida da Imaginação ... e aproveitando , desejo muitas felicidades e muitos anos de brincadeiras e contação de histórias.
E agora, prepare a pizza e o refri que estarei lá às 18h ... que deliciiiiiiiaaaaaaa...

beijos .....

Bonequinho Lingua de Trapo

O milagre da leitura



A receita para ajudar a aumentar a leitura de livros no Brasil pode estar mais perto do que se imagina: dentro de casa. Esse foi o tema do último blog na tv, que foi ao ar no sábado. Transmitido pela TV Bandeirantes/Clube para 70 municípios paulistas, o programete abordou um dos aspectos revelados pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil: o papel extraordinário da família para desenvolver leitores.

Clique aqui para assistir.

Lendas Amazônica - Guaraná

das

Guaraná

Um casal de índios pertencente a tribo Maués, vivia junto por muitos anos sem ter filhos. Um dia eles pediram a Tupã para dar a eles uma criança para completar suas vidas. Tupã, sabendo que o casal era cheio de bondade, lhes atendeu o desejo dando a eles um lindo menino. O tempo passou e o menino cresceu bonito, generoso e querido por todos na aldeia. No entanto, Jurupari, o deus da escuridão e do mal, sentia muita inveja do menino e decidiu matá-lo. Certo dia, o menino foi coletar frutos na floresta e Jurupari se aproveitou da ocasião para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa que atacou e matou o menino. A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que deveriam plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos. Assim foi feito e os índios plantaram os olhinhos da criança. Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras rodeadas por uma película branca, muito semelhante a um olho humano.

http://portalamazonia.globo.com/artigo_amazonia_az.php?idAz=386



DIA 24 DIA DE SÃO JOÃO

Quem foi São João Batista

Profeta amplamente citado no Antigo Testamento, São João Batista é descrito na Bíblia como primo de Jesus Cristo e o responsável por anunciar a chegada do Messias aos homens.

- A Bíblia se refere a ele como "a voz que clama no deserto preparando os caminhos do Senhor", e o próprio Cristo teria dito ser João o "maior dos homens nascidos de mulher" - ensina o padre Miguel Wetternick, capelão da Universidade Católica de Pelotas (UCPel).

Tido como homem santo por seus contemporâneos, ganhou o respeito de reis e poderosos, mas isso não impediu que morresse decapitado por ordem de Herodes Antipas, rei da Galiléia, cuja vida pessoal São João costumava classificar publicamente como imoral.

Para o seu filho ler

As festas que as escolas e algumas cidades costumam fazer em junho homenageiam São João, que nasceu um pouco antes de Jesus Cristo. Naquela época ele andava de uma cidade a outra dizendo para as pessoas que um homem especial iria chegar para ajudar a todos. Esse homem era Jesus.

Um dia João começou a falar mal de um rei que havia se casado com a esposa do próprio irmão. A rainha não gostou disso e acabou fazendo o rei matá-lo.

Hoje, no dia dedicado a São João, as pessoas acendem fogueiras, cantam, dançam e comem coisas gostosas. Essas festas começaram na Europa, e comemoravam o sucesso das colheitas.

A simbologia da festa

Festa de São João que se preze tem bandeirinhas coloridas, fogueira, quadrilha e muita comilança. Conheça a origem das tradições:

Fogueira - Para os católicos, a fogueira de São João significa a luz de Jesus, anunciada pelo santo como capaz de salvar o mundo de seus pecados. Nas festas juninas celebradas em Portugal, o formato da fogueira costumava mudar conforme o santo dono da festa.

Bandeirinhas coloridas - Alguém já viu festa sem decoração? As bandeiras coloridas eram usadas pelos antigos exatamente para deixar o ambiente e, principalmente, o céu, mais festivo e descontraído.

Balões - O costume, importado da Ásia, tinha como objetivo iluminar a noite de festa e levar aos céus a alegria dos festeiros.


ZERO HORA.com

terça-feira, 24 de junho de 2008

PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE JUNHO EM PETROPOLIS

junho- 2008
Dia 01 – Não sou feliz, mas tenho marido
com Zezé Polessa Teatro Municipal Paulo Gracindo às 18h.
Dias 31/06 a 01/07 – Encontro de Automóveis Antigos – Posse (exposição)
Dia 5/6 – Dia Mundial do Meio Ambiente (exposições e seminários)
Dia 10/6 – Comemoração dos 100 Anos da Estação de Nogueira
Dia 13/6 – Prêmio Koeler de Turismo
– Palácio de Cristal (prêmio concedido às operadoras de turismo, agências de viagem e de receptivo e guias de turismo que mais trazem turistas a Petrópolis e guias de Petrópolis e condutores de Vitórias que mais acompanham turistas aos atrativos turísticos da cidade)
Dia 14/06 e 03/08 -
18º edição do Mastercasa - Mastercasa 2008 completa 10 anos e abre suas portas em junho. Endereço: Estrada União e Indústria, 9.153 – Granja Brasil – Itaipava – Petrópolis. Horário: 3ª a 5ª de 13 às 20h / 6ª e sábado de 13 às 23h / domingo de 10 às 19h. Ingresso: R$ 15,00
Dia 14/06 e 15/06 - Festas Juninas no Shopping Vilarejo -
com a apresentação de forró do Trio Dona Flor, às 18 horas com o melhor do forró pé de serra.
Dia 14/06 e 15/06 -Shopping Vilarejo - Às 16 e 17 horas, dois vídeos serão apresentados sobre a questão ambiental, “Mudanças do Clima, Mudanças de Vidas' e 'Corredor da Vida' produzidos pelas organizações SOS Mata Atlântica e Greenpeace.
Dia 14/06 e 15/06 - Shopping Vilarejo -
A criançada terá a partir das 16 hs, espetáculos de mágica, a Hora do Recreio, gincanas, perna de pau, pinturas e muito mais.
De 27/6 a 6/7 – 19ª Bauernfest – Festa do Colono Alemão – Palácio de Cristal – abertura dia 27, às 19h – (burgo alemão, bailes, apresentações de dança folclórica, comidas típicas, artesanato e souvenirs temáticos no Palácio de Cristal, desfiles no Centro Histórico aosdomingos, III Mostra do Cinema Alemão; Seminário do Pensamento da Filosofia Alemã e exposição “A Colonização Alemã em Petrópolis”)
De 28/6 -
Espetáculos Som e Luz - informamos que dia no sábado, durante a Bauernsfest, estaremos apresentando dois espetáculos do Som e Luz, as 19 horas e 20horas.
De 28/6 - Espetáculos Som e Luz - E em caráter extraordinário, um espetáculo no domingo, às 19 horas.
2ª quinzena – III Mostra de Dança de Petrópolis – diversos locais (apresentações de grupos de dança de estilos variados, oficinas e palestras)

Somos uma dupla de contadoras de História

Somos uma dupla de contadoras de Historias atuando há 10 anos na cidade de Petrópolis e nos municípios vizinhos. Participamos em vários eventos culturais da cidade, como:
Casa do Chocolate - Abril
Bauernfest - Festa do Colono Alemão - Junho
Bienal do Livro - Agosto
Casa do Papai Noel - Dezembro