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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

BIENAL DO LIVRO RIO CELEBRARÁ CULTURA BRASILEIRA


BRASIL - PAÍS HOMENAGEADO

Em sua 15ª edição, a Bienal no Livro Rio segue com a proposta de aproximar o público de um universo de livros e autores, formando novos leitores e celebrando o mercado editorial em uma programação cultural variada e dinâmica.

Uma das novidades tem relação com o bom momento pelo qual o Brasil e, especialmente, a cidade do Rio atravessam: em tempos de crescimento econômico e uma enorme exposição mundial, a Bienal deste ano será marcada por ações que se debruçarão sobre a nossa cultura.

“Tradicionalmente escolhemos um país estrangeiro para ser homenageado na Bienal do Rio. Este ano inovamos e optamos por celebrar a cultura brasileira, nos antecipando à Feira de Frankfurt, que terá o país como convidado de honra em 2013. O Brasil, sede da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016, está na moda internacionalmente, e nada mais pertinente do que discutir e revelar ao público aspectos belos e importantes da nossa incrível diversidade cultural”, afirma Sonia Jardim, presidente do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), instituição que organiza o evento em parceria com a Fagga | GL exhibitions


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bienal do Livro de São Paulo espera público de 700 mil pessoas

Livro digital e futuro do livro impresso estão na pauta de discussões do evento

Augusto Gomes, iG São Paulo



Promotor fantasiado posa com os estandes montados no Anhembi, em São Paulo, ao fundo

Para um evento que abre as portas ao público numa sexta-feira 13, nada mais adequado que atrações ligadas ao sobrenatural. A 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo inaugurou sua programação, às 13h de hoje, com uma palestra de José Mojica Marins sobre seu personagem mais famoso, o Zé do Caixão

A previsão é que 700 mil pessoas passem pelos estandes montados no Pavilhão do Anhembi até o dia 22 de agosto. O investimento para essa edição foi de R$ 30 milhões, contra R$ 22 milhões da Bienal de 2008. A programação também ficou mais extensa: 1100 horas, contra 700 horas da edição anterior. Segundo Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro, o evento terá quatro temas principais: os escritores Monteiro Lobato e Clarice Lispector, a lusofonia (identidade cultural entre os países de língua portuguesa) e o livro digital.





José Mojica Marins, o Zé do Caixão, na Bienal do Livro de São Paulo

O livro digital, por sinal, foi tema de um fórum realizado essa semana em São Paulo, como uma espécie de aquecimento para a Bienal. A principal estrela do evento foi o americano Mike Schatzkin, fundador da Idea Logical Company, uma das principais consultorias do mundo na área editorial. Durante cerca de uma hora, ele falou sobre o futuro do livro num mundo em que aparelhos como o Kindle e o Ipad são cada vez mais comuns. Segundo ele, daqui a cinco anos os livros digitais representarão entre 60% e 70% do mercado nos Estados Unidos.

No Brasil, isso deve demorar mais para acontecer. "Há algumas barreiras, e a principal delas é o alto custo do hardware", afirmou, referindo-se aos e-readers (aparelhos para leitura de livros digitais). Shatzkin, que diz não ler nada em papel há três anos e meio, acredita que o mercado editorial passará por uma grande transformação por causa dos livros eletrônicos. "Num mundo de livros de papel, é preciso ter um conhecimento específico desse formato, e também capital para imprimir e distribuir", explica.

"Com a internet, tudo isso muda. Não se vende mais um formato, vende-se arquivos. Eles podem ser livros, músicas, programas. Não há mais necessidade de um conhecimento específico do formato", continua. "Isso vai forçar as editoras a mudar o modo que elas trabalham. Elas terão que focar seus esforços no conteúdo e se especializar em alguma área. Isso as aproximará do público e diminuirá os custos de publicidade e promoção. Grandes editoras que publicam de tudo terão dificuldades no futuro", prevê.

O livro digital também foi tema de debates na Festa Literária de Paraty, que terminou no último domingo. “Não acredito na morte do livro impresso nas próximas décadas. Haverá apenas uma diminuição na importância dos livros em relação a outras maneiras de comunicar”, afirmou o historiador Peter Burke. O também historiador Robert Darnton acredita em usos específicos para os livros eletrônicos: “todos usarão leitores digitais para alguns propósitos”. Para ele, “o livro digital e o impresso fortalecem um ao outro”.

Outro tema que promete mobilizar debates durante a feira é a nova lei de direitos autorais. A proposta do Ministério da Cultura, ainda em fase de consulta pública, prevê algumas mudanças que vêm causando polêmica no mercado editorial. Por exemplo, a permissão de cópias de livros para fins educacionais ou de obras esgotadas. "A indústria do livro no Brasil é um modelo de excelência", acredita Rosely Boschini. "A nova lei tem que manter essa indústria forte, tem que respeitar a propriedade intelectual".

A presença destes temas polêmicos mostra que o objetivo da Bienal é deixar de ser apenas um acontecimento importante para o mercado editorial e tornar-se referência na discussão de assuntos importantes da cultura e da educação no Brasil. "Na comparação com edições anteriores, a programação tem um filtro muito maior", admite Augusto Massi, um dos curadores do evento.

Entre os destaques da feira estão a iraniana Azar Nafisi, autora de Lendo Lolita em Teerã, e o norueguês Jostein Gaarder, do best seller O Mundo de Sofia. Também participam personalidades de língua portuguesa como o angolano José Eduardo Agualusa, o moçambicano Mia Couto e o cineasta português Miguel Gonçalves Mendes, diretor do documentário José & Pilar, sobre a relação de José Saramago e sua esposa Pilar del Río.

Serviço – 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana
Abertura ao público em geral de 13 a 22 de agosto
Ingressos: R$ 10 (estudantes e professores pagam R$ 5)
Horário: das 10h às 22h

fonte: ultimosegundo.ig.com.br



sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Livro em homenagem a Mauricio de Souza tem lançamento XIV Bienal do Livro no RJ



Obra feita para marcar 50 anos de carreira do desenhista e empresário traz leituras de 50 quadrinistas sobre personagens da Turma da Mônica


A ambiguidade intencional do título do livro em homenagem a Mauricio de Sousa sintetiza a ideia da obra: 50 artistas fazem histórias para marcar os 50 anos de carreira dele.
Os primeiros aperitivos do projeto já vinham circulando há alguns meses em sites e blogs ligados a quadrinhos. O prato completo será servido agora na Bienal do Livro do Rio.
Mauricio de Sousa vai lançar oficialmente o álbum no próximo sábado à noite, no estande da Panini (das 18h às 20h). A editora programou outros títulos ligados ao cinquentenário.
Dois deles: o relançamento de uma versão de Romeu e Julieta com a Turma da Mônica e uma coletânea com histórias de Bidu, personagem que também completa 50 anos.
***
"MSP 50 - Mauricio de Sousa por 50 Artistas" será publicado em duas versões: em capa dura, a R$ 98, e em capa cartonada, a R$ 55.
Há alguns trechos do livro homenagem, passados pela assessoria de imprensa.
São páginas feitas por Laerte, Fernando Gonsales, Gabriel Bá e Fábio Moon, Jean e Ivan Reis. Podem ser vistas, nessa ordem, logo abaixo:
Página feita por Fernando Gonsales
Página feita por Gabriel Bá e Fábio Moon
Página feita por Jean
Página feita por Ivan Reis
fonte: http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Confira a programação da XIV Bienal do Livro do Rio


FLORESTA DE LIVROS Um espaço lúdico-narrativo, onde os visitantes terão contato direto com livros e com as histórias que eles espalham por todo o mundo há seculos. Na Floresta de Livros, as obras "saltam" das prateleiras para as mãos, olhos e ouvidos do público, que poderá interagir com elas de diversas formas.
ÁRVORES FALANTESCom suas copas formadas por palavras, as árvores dessa floresta especial são capazes de falar, contando e recontando narrativas clássicas e contemporâneas da literatura infanto-juvenil. Ao caminhar entre as árvores, os visitantes poderão reviver a emoção do primeiro beijo de Bentinho e Capitu, atravessar o oceano atlântico a bordo de um navio negreiro, ou até descobrir o porquê das cores verde e amarelo da bandeira nacional.

LIVRO MÁGICOEm grandes mesas de LCD, os visitantes poderão folhear os livros de maior apelo visual, descobrindo as possibilidades da narrativa através de imagens conforme movimentam suas mãos sobre a tela. O Livro Mágico reconhece e homenageia a excelência da produção estética dos livros infanto-juvenis produzidos no Brasil nos últimos anos.
SALA SECRETAUm espaço de descanso e de encontro do leitor com o livro, com um grande totem de livros e sofás. Aqui, as narrativas e imagens descobertas nas outras áreas da Floresta de Livros poderão ser manuseadas pelo público. Uma cabine da Sala Secreta permite que cada visitante faça sua própria voz ecoar, ao ler trechos de histórias ao microfone.
CLAREIRA Como toda floresta, a nossa também tem uma clareira. Nela, os seres que vivem nas histórias saltam para a vida e se reúnem para uma emocionante apresentação que será repetida várias vezes por dia. Ao explorar a emoção do público, a clareira cria o marco de memória afetiva que faz com que os visitantes despertem ou renovem seu amor pelos livros e pela leitura.

confira a programação

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Bienal em números


A 20a edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 14 a 24 de agosto, superou mesmo as expectativas mais otimistas dos organizadores, com números recordes em relação a todas as edições anteriores. Para um público estimado de mais 800 mil pessoas, a Bienal terá 350 expositores, representando 900 selos editoriais. Mais de 2 milhões de livros estarão à disposição do público. Em apenas 11 dias, mais de 4 mil títulos serão lançados no evento. Nos estandes das editoras, estão previstas 822 sessões de autógrafos. Ao todo, serão 684 horas de atividades culturais (uma a cada 3 minutos), com a participação de 50 convidados internacionais de 14 países (Espanha, Japão, Bósnia, México, França, Estados Unidos, Alemanha, Israel, China, Cuba, Rússia, Portugal, República Dominicana e Peru) e 220 convidados nacionais, entre escritores, professores, historiadores e artistas.

sábado, 9 de agosto de 2008

BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2008

Guia do Visitante da Bienal

Uma atividade cultural a cada 3 minutos, mais de 4 mil lançamentos, 2 milhões de livros à venda. É a 20a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começa no próximo dia 14. Clique abaixo e saiba mais sobre sua visita!

Confira o Evento neste Link
http://www.bienaldolivrosp.com.br/2008/codigo/home.asp?resolucao=1024