sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Como servir champanhe e espumantes

por Eduardo Viotti O espumante é o vinho, dentre todos, que se serve mais frio, ao redor dos 9º C. Essa é mais ou menos a temperatura de uma geladeira doméstica em uso rotineiro. Ele deve ser servido em taças longilíneas, alongadas, conhecidas como flüte, ou flauta. Assim, com uma boa altura de líquido, é possível apreciar a pérlage, que tanto trabalho deu ao vinicultor para ali estar. As taças planas e rasas, que o folclore dizia terem sido­ moldadas nos seios da rainha francesa Maria Antonieta (que morreu na guilhotina durante a Revolução Francesa, de 1792) estão em desuso tecnicamente, mas é claro que podem ser utilizadas também.


As taças do tipo flauta devem ser previamente resfriadas e enchidas em duas fases, para que o excesso de espuma não derrame borda afora.

A abertura de uma garrafa de espumante é um ritual à parte, pois dispensa o uso de ferramentas especiais, como o saca-rolhas (embora existam instrumentos que ajudam a empunhar e firmar a rolha). A rolha do espumante é amarrada por uma gaiola metálica e fica parcialmente exposta, permitindo que seja puxada por essa porção externa.


A garrafa deve estar bem fria e não ter sido chacoalhada durante o transporte até a mesa, pois caso contrário uma expulsão explosiva será inevitável. O espocar da rolha, tão celebrado em festas e comemorações (como nas corridas automobilísticas, por exemplo) é tecnicamente indesejável, pois faz com que se perca uma parte importante do gás carbônico, cujo aprisionamento tanto custou - e que, afinal, é o elemento que faz a diferença entre um vinho tranqüilo e um espumante. Assim, ao abrir um espumante, certifique-se de perder o mínimo possível de pressão - e de não ser atingido pela rolha.


A rolha, assim que afrouxada a gaiola, torna-se um projétil em potencial, responsável por muitos copos quebrados e olhos roxos mundo afora. Cobri-la com um guardanapo de serviço durante toda a operação de remoção é uma boa estratégia.

O vinho espumante deve ser degustado bem frio. Para mantê-lo na temperatura ideal de consumo é recomendável deixar a garrafa dentro de um balde com água e gelo. Não esqueça de envolver a garrafa com um guardanapo de serviço quando retirá-la da água, para que não molhe a mesa ou os convivas.

Espumantes e comida - harmonização

O espumante pode tanto acompanhar comidas quanto ser degustado em coquetéis e como aperitivo, precedendo uma refeição agradável. É tradicional em encontros formais e informais oferecer um espumante aos convidados como forma de recepcioná-los, à chegada.

Sua boa acidez, frescor e leveza o credenciam para preceder uma refeição, despertando o apetite e acompanhando o tira-gosto. Bebidas muito pesadas, como a cerveja, saciam o apetite, e muito alcoólicas, como o conhaque ou o uísque amortecem as papilas gustativas.
É ideal também para recepções e celebrações, em solo.

O espumante branco brut acompanha maravilhosamente frutos do mar in natura, como ostras, caviar, salmão defumado, mariscos crus ou em conserva. Também escolta com galhardia os embutidos, como o presunto cru, copa, salames. Mesmo pratos quentes, como preparações delicadas à base de pescados e frutos do mar, massas de sabor suave, e aves de carne branca, especialmente com manteiga ou molhos brancos, como o tradicional Béchamel, vão excepcionalmente bem com o espumante brut (ou nature).

O espumante rosado também admite ser compartilhado com carnes brancas e rosadas, e até mais escuras, como as de aves de caça (perdizes, codornas, faisão) e pequenos animais, como o coelho e o escargot (caramujo). É ideal com salmão, atum, gaspacho (a sopa fria de tomates andaluza) e até carnes frias, como o rosbife fino. Molhos de tomate de pouco cozimento, à primavera, ou com tomates frescos vão muito bem com o espumante rosado.

Os espumantes tintos encontram nas tradições regionais suas combinações mais conhecidas. O Lambrusco (que como Prosecco é o nome de uma variedade de uva) é perfeito com a mortadela bolonhesa. O espumante da Bairrada é usado para ajudar a digestão do gordo leitão regional, assado inteiro no forno assim que desmamado.

Os espumantes doces acompanham patisserie (biscoitos, tortas e bolos doces, recheados ou não com cremes de confeiteiro - a l'ánglaise) à perfeição; e os moscatéis espumantes são acompanhantes maravilhosos para acompanhar frutas de polpa branca, como a pêra, maçã, pêssego branco e melão, bem como macedônias e saladas de frutas.

Para saber mais sobre as características dos espumantes de diferentes regiões leia o artigo Tipos de Espumantes.

fonte: http://lazer.hsw.uol.com.br/


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Conheça um pouco sobre o réveillon


Feliz Ano Novo. Buon Anno. Heureuse Nouvelle Année. Happy New Year. São universais as formas de desejar felicidade na passagem do ano, refletindo a importância dessa comemoração em todas as culturas que têm calendários anuais. As festas de Ano Novo, também conhecidas como Réveillon – do francês réveiller ou “despertar” –, celebram o fim de um ciclo e início de outro e não pertencem a cultos específicos ou a determinado povo.

As comemorações de ano novo são repletas de rituais, promessas, fogos de artifícios e gritos de alegria em quase todo o mundo. Celebrar a festa com muitos abraços ou vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada também são tradições tão consagradas quanto o próprio Réveillon – essencialmente o momento de despedida do ano velho e entrada no novo.

A história da comemoração ocidental associa-se diretamente ao calendário romano, quando Júlio César decretou o 1º de janeiro como o Dia do Ano Novo em 46 a.C. O nome do mês derivado do deus Jano, que tinha uma face voltada para frente e outra para trás, empresta ainda mais significado à data. E embora as comemorações de hoje variem de uma cultura para outra, podendo ser festejadas em diferentes datas, é com base na civilização romana que contamos os dias, meses e anos.

O conceito de mês vem da Lua, cujos ciclos somam 29,5 dias e permitem dividir o ano em partes. A partir daí, em 738 a.C, os romanos criam um calendário de dez meses (Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quintilis, Sextilis, September, October, November e December; os nomes Quintilis até December vêm de cinco, seis, sete, oito, nove e dez). Januarius e Februarius foram mais tarde acrescentados para os 60 dias que restavam sem explicação. E somente em 46 a.C, Julio César decreta de fato o ano de 12 meses, com 30 ou 31 dias, exceto Februarius com 29. O mês Quintilis vira Julios, em honra ao imperador, e Sextilis é renomeado para homenagear Augustus.

A criação do conceito de ano remonta há muito mais tempo e à habilidade do homem em prever as estações, sendo na verdade, o período em que elas se repetem. Na astronomia, esse período é definido como a quantidade de tempo que a Terra leva para dar um giro ao redor do sol, ou aproximadamente 365 dias.

Com inúmeros calendários, a humanidade cria solenidades específicas para marcar a passagem do tempo, da mesma forma que não existem regras únicas para celebrar o Réveillon. Do antigo costume da Escócia em pisar no terreno vizinho no ano novo, passando ao grandioso espetáculo de fogos de artifício em Copacabana, Rio de Janeiro, até a tradição de comer lentilhas nessa festa na Espanha, é a variedade de rituais que unifica essa festa universal, como se verá a seguir em “Tradições”.

fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/reveillon.htm

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A história do presépio de Natal

Ao lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. A palavra presépio significa “um lugar onde se recolhe o gado; curral, estábulo”. Porém, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo. Os cristãos já celebravam a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III, mas a tradição do presépio, na sua forma atual, tem as suas origens no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração ao Menino Jesus eram representadas de outras maneiras. As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI e, no século seguinte, a primeira réplica da gruta no Ocidente foi construída em Roma.

Presépio de Natal: o início da tradição

No ano de 1223, no lugar da tradicional celebração do natal na igreja, São Francisco, tentando reviver a ocasião do nascimento do Menino Jesus, festejou a véspera do Natal com os seus irmãos e cidadãos de Assis na floresta de Greccio. São Francisco começou então a divulgar a idéia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus.

De lá pra cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalino se difundiu pelo mundo criando uma ligação com a festa do Natal. Já no século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava completamente inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica.

Neste mesmo século, vindo de Nápoles, o hábito de manter o presépio nas salas dos lares com figuras de barro ou madeira difundiu-se por toda a Europa e de lá chegou ao Brasil. Hoje, nas igrejas e nos lares cristãos de todo o mundo são montados presépios recordando o nascimento do Menino Jesus, com imagens, de madeira, barro ou plástico, em tamanhos diversos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A magia de ouvir e contar histórias

Troca afetiva, segurança, desenvolvimento da criatividade e da linguagem, estímulo para a futura leitura. Esses são apenas alguns dos benefícios que o contar e ouvir histórias oferecem às crianças. Qual é o adulto que não se recorda com enorme prazer dos momentos de magia da infância, quando o pai, a mãe, tios e avós convidavam para contar aventuras de príncipes e princesas, fadas, bruxas e animais falantes?

Hoje, alia-se à eterna falta de tempo de pais e outros adultos próximos das crianças a conveniência das modernas e sofisticadas técnicas eletrônicas para entreter a meninada. Especialmente nos grandes centros urbanos, o contar histórias vem sendo muitas vezes substituído pela televisão e pelo computador.

O que contribui, em última análise, para a diminuição de vínculos entre pais e filhos e até mesmo entre as crianças. A representação da imagem mental, que acontece quando a criança ouve uma história, é um instrumento poderoso no desenvolvimento do seu pensamento. E os pequenos estão, nesses momentos, recebendo novos elementos para facilitar sua socialização e oralidade, diz a professora e doutora Maria Angela Barbato Carneiro, da Faculdade de Educação da PUC/SP.

Poucas regras

Não existe hora certa para contar uma história. A oportunidade e o interesse da criança é que mandam. E vale quase tudo, levando-se em conta a curiosidade inesgotável dos pequenos. "Temos os mais diversos portadores de texto para fazer isso", afirma Maria Ângela. Ela cita não só textos e imagens gráficas, mas aponta também a fotografia, a poesia, a música e, por que não, até a padronagem de um tecido.

Ela observa, porém, que deve-se atentar para a idade da criança e sua capacidade de concentração na escolha da história certa. Para os menores, o ideal é propor histórias curtas, com muitas imagens. A imitação de sons e vozes diferentes, gestos e movimentos também são muito importantes, porque vão permitir uma interação maior.

O ganho de vocabulário acontece sempre, assim como o estímulo que a descoberta e a aventura das histórias representa na formação de futuros leitores. O "conta outra vez" – demanda quase automática ao fim da história –, explica a professora, é uma forma da criança buscar segurança. E o estímulo deve começar cedo, quanto antes, melhor.

Se a história for contada pelo papai ou pela mamãe, melhor ainda. "Isso faz a relação pai e filho ficar mais rica, a troca afetiva é maior."
Então, é colocar a imaginação para funcionar e apostar no bom e velho conhecido "Era uma vez..."

Fonte
http://www.pucsp.br/educacao/brinquedoteca/main.swf


Vamos aproveitar e contar algumas histórias de Natal


A árvore de Natal

A árvore de Natal tem origens na Alemanha e considerada a verdadeira alma do Natal. Há muito, acredita-se que Martinho Lutero deu início à tradição, quando, em uma noite de véspera de Natal, trouxe uma sempre-viva para o berçário de sua filha, para que ela pudesse desfrutar da natureza sem sair à rua, por causa do inverno rigoroso.

A primeira aparição de um Tannenbaum (termo em alemão para o pinheiro de Natal) foi registrada na Alemanha muito após a morte de Lutero. Em 1605, na cidade de Estrasburgo, atualmente na França, um cronista escreveu: “Em tempo de Natal, eles colocam pinheiros em suas casas”. Mas o mais provável é que o costume seja de 1550, época em que as primeiras canções referindo-se aos pinheiros de Natal já circulavam.

Um Natal alemão sem pinheiro é impensável, e as luzes e velas que o adornam são parte essencial dessa festividade na Alemanha. Todas as famílias preservam o hábito de ter um pinheiro em casa, mesmo vivendo fora de seu país. Eles também têm o hábito de decorar locais públicos, como mercados e praças, com grandes pinheiros.

As bolas que se penduram na árvore de Natal também são uma invenção alemã e hoje em dia são indispensáveis na decoração natalina. Tradicionalmente feitas de vidro, as bolas de enfeite estão presentes em árvores de Natal de todos os lugares do mundo. Sua invenção é atribuída a um vidreiro alemão da região da Turíngia, em 1847.

Por não ter dinheiro para adquirir enfeites à época mais caros, como nozes, maçãs e doces, o vidreiro decidiu soprar bolinhas de vidro para enfeitar sua árvore de Natal. Outros vidreiros gostaram da invenção e passaram a produzir os mesmos enfeites, que logo se popularizaram e, hoje em dia, enfeitam árvores de Natal de todos os cantos do mundo.

fonte: Embaixada da Alemanha em Brasília
http://www.brasilia.diplo.de/Vertretung/brasilia/pt/aktuell/Weihnachten/Baum_20_26_20Kugel.html

domingo, 14 de dezembro de 2008

Canções de Natal a mais popular.


A mais popular das músicas da noite de Natal, “Noite Feliz”, foi criada pelo padre Joseph Franz Mohr e pelo professor Franz Xavier Grueber. A letra veio da inspiração do padre, em uma noite estrelada, que ficou imaginando como teria sido a noite em Belém, quando Jesus nasceu. Escreveu a letra em forma de poema, uniu a melodia presenteada pelo compositor Grueber e utilizou-a na Missa do Galo de 1818. Hoje, “Noite Feliz” é cantada em inúmeros idiomas.
Noite Feliz
Noite feliz! Noite feliz!
Oh Senhor, Deus de Amor,
Pobrezinho nasceu em Belém.
Eis na lapa Jesus, nosso bem.
Dorme em paz, oh Jesus!
Dorme em paz, oh Jesus!
Noite feliz! Noite feliz!
Eis que no ar vêm cantar
Aos pastores
Os anjos do céu
Anunciando
A chegada de Deus,
De Jesus Salvador!
(BIS)
Noite feliz! Noite feliz!
Oh! Jesus, Deus da Luz,
Quão amável é teu coração
Que quiseste nascer
Nosso irmão
E a nós todos salvar.
E a nós todos salvar!

Para saber mais sobre histórias de Natal:
“Natal 2000 anos de tradições”, editora Madras.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Endereço do Papai Noel em Santa Claus na Finlandia

contatos oficiais de Papai Noel: pelo correio comum, Santa Claus’Main Post Office, FIN 96930 Arctic Circle, Ro-vaniemi, Finland. Seu telefone: 358.60.356.2157. Pela Internet, agora, além do e-mail, ele também tem o endereço santa.claus@arcticcicle.inet.fi.

Mas, se você quiser obter uma resposta mais rápida, há o endereço Your Direct Line to the North Pole, que este ano ganhou digitação um pouco mais simplificada. Aparecerá um formulário em inglês (“North Polargram”...) para você preencher com seu nome, informar se a mensagem é para Santa Claus, a rena Rudolph ou para o espírito The Elves (mais conhecido na Escandinávia). Informe se tem sido um bom garoto/uma boa garota, escolha o campo referente à idade, envie uma mensagem e despache o Polargram. Um momento depois, os computadores de Papai Noel lhe enviarão uma resposta personalizada.

fonte: http://www.novomilenio.inf.br/ano96/9612dvis.htm

Enfeites de Natal que atraem energias positivas


Poucos sabem que os enfeites e outros elementos que fazem parte do Natal têm vários significados e podem atrair fartura, harmonia, fertilidade... Aprenda com a gente!

Por Natasha Pinelli

Papai Noel

Inspirado no bispo turco São Nicolau, o religioso era famoso por amparar os mais necessitados e por distribuir moedas e agrados às crianças da região. Reza a lenda que, atualmente, o bom velhinho vive no Pólo Norte e conta com suas renas e duendes para distribuir presentes às crianças do mundo todo na noite de 24 de dezembro

Fonte: http://mdemulher.abril.uol.com.br/


As Bisbilhotecarias descobriram o nome do Papai Noel em várias línguas.

Papai Noel Alemão:

Na Alemanha ele é chamado de Kriss Kringle, termo cuja tradução literal é Criança do Cristo.

Papai Noel Francês:

Na frança ele é chamado de Pere Noel.

Papai Noel Espanhol:

Nos países de língua espanhola o bom velhinho é geralmente chamado de Papa Noel.

Papai Noel Norte Americano:

Santa Claus é o nome dele nos Estados Unidos e no Canadá

Papai Noel Inglês

Father Christmas é o nome do bom velhinho em inglês, ele tem o casaco e barba mais longos.

Papai Noel Sueco

Na Suécia Jultomten é o nome da famosa figura natalina.

Papai Noel Holandês:

Na Holanda, chama-se Kerstman.

Papai Noel Finlandês:

Na Finlândia, Joulupukki.

Papai Noel Russo:

Na Rússia, é chamado de Grandfather Frost ou Baboushka.

Papai Noel Italiano:

Na Itália, Belfana ou Babbo Natal.

Papai Noel Japonês:

Para os poucos cristãos do Japão ele é conhecido como Jizo.

Papai Noel Dinamarquês:

Na Dinamarca, chama-se Juliman