domingo, 30 de novembro de 2008

Enfeite a árvore de Natal





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fonte http://www.yurinuri.com/
http://www.brincandoseaprende.com.br/php/atividade.php?nrati=2603

'Criança tem de brincar no quintal'

















Pedro Venceslau
Entrevista

O cartunista Ziraldo sente arrepios toda vez que ouve o slogan “social” da Globo, que diz “ler também é um exercício”. Para ele, que passa longe de esteiras ergométricas, ler é, na verdade, “um prazer desgraçado”. O incentivo à leitura será o mote do chamado “pacote Ziraldo”, que vai ocupar praticamente toda a grade infantil da TV Brasil em 2009.

A emissora estatal investirá em três frentes: a volta da série Menino Maluquinho, exibida pela TVE e pelo Disney Channel, o programa de auditório Ziraldão, apresentado pelo próprio, e a volta da Turma do Pererê, que ainda está em fase de estudos. Nesta entrevista ao Estado, Ziraldo fala sobre sua “imersão”na TV e passa a limpo a programação infantil no Brasil.

Como vai ser o seu programa de auditório, o Ziraldão?

Vai ser a tentativa de ter uma conversa não idiota com as crianças. Para falar com eles não é preciso usar diminutivo nem ficar de “nhém-nhém-nhém”. Criança gosta de ser levada a sério. Sou contra esse negócio de infantilizar. Não vai ser nada tipo Raul Gil, nem ter nada parecido com essa menina do Silvio Santos. Vamos fazer coral, por exemplo. Sou contra isso de ‘menino gênio’. A idéia é inserir todas as crianças no processo, sem nenhum vencedor.

O que acha da garota Maísa?

Ela vai virar uma Shirley Temple, vai sumir. Criança não pode fazer isso. Não pode... Isso é ilegal. A Maísa tem que brincar no quintal, não sustentar a família. A criança brasileira não pode trabalhar. Aliás, estou fazendo campanha sobre trabalho infantil.

Como o seu
Menino Maluquinho sobreviveu à era do iPod e da internet?

Graças ao espírito do personagem e ao talento da Anna Muylaert, que foi roteirista do Castelo Rá-Tim-Bum. Quando fez a primeira temporada, seus filhos tinham 8 e 5 anos. Ela se inspirou na vida deles. A série mostra a rotina de um menino típico de classe média. Namorada, briga com melhor amigo, vizinhos... A primeira temporada foi feita há uns 3 anos. Os dois filhos dela cresceram. Agora um tem 11 e outro 8.

Quem serão os novos “Meninos Maluquinhos”?

Serão os mesmos atores, só que mais velhos. O menino de 5 vai ter 8, e o de 8 vai ter 11.

Quando Menino Maluquinho foi comprada pelo Disney Channel, você recebeu por isso?

Toda vez que o programa é vendido pela emissora (a ex - TVE, agora TV Brasil) eu tenho meus direitos preservados. Mas até agora só venderam para a Disney. Olha, tenho a impressão de que me pagaram (risos). Mas não é muito dinheiro...

Qual foi e qual será a sua participação na série?

Eu só assisto, aprovo e digo: “Tá lindo”. Dar palpite é como escolher noiva para filho... Até hoje não reprovei nenhum. O Menino Maluquinho precisa viver a vida dele.

O que acha da programação infantil da Globo?

Os programas infantis são todos iguais, com a mesma fórmula: animador, desenho animado e concurso. Fazem a mesma coisa há 200 anos.

A TV deveria incentivar a leitura entre as crianças?

Claro, a TV é o melhor caminho para isso. Mas a Globo lança um slogan que diz: “Ler também um exercício”. Isso é coisa que se diga para criança?!! Criança não quer fazer exercício, quer correr, brincar. Esse slogan é utilitarista. Lula disse uma vez que ler é como andar na esteira...Não, Lula. Ler não é exercício, é um prazer desgraçado.

Gosta do programa da Xuxa?

Não é o que quero para os meu filhos e meus netos, mas gosto dela. Fui o primeiro cara a entrevistá-la. Tenho um livro chamado Menina das Estrelas, que o governo fez na versão em braile, e é narrado com a voz dela. Ela não tem culpa. Entrou na chamada “roda viva”.

Para fechar o “Pacote Ziraldo”, a TV Brasil vai voltar a fazer a série Turma do Pererê?

Não agüento mais as reprises da Turma do Pererê (risos). A TVE fez, há uns 12 anos, uns 20 capítulos, e reprisou 500 vezes. Para a nova versão, que será dirigida pela Sônia Garcia, vão ter de escolher tudo de novo. Serão histórias minhas adaptadas.

fonte: http://txt.estado.com.br/suplementos/tele/2008/11/30/tele-1.93.26.20081130.20.1.xml

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

A bandeira do Brasil já foi semelhante à dos EUA?

Bandeira do Brasil



Bandeira provisória da República


Bandeira do Império do Brasil


Por um período de poucos dias, logo após a proclamação da República, a bandeira brasileira foi muito semelhante à dos Estados Unidos da América. Em verdade, nas palavras do marechal Deodoro da Fonseca, a proposta dos republicanos, liderados por Lopes Trovão, tratava-se de um arremedo grosseiro da bandeira dos Estados Unidos.

Uma bandeira não é simplesmente um desenho despretensioso, pelo contrário, é o símbolo máximo de representação de uma nação. Se ocorre alguma mudança significativa no país (como a alteração do regime político, por exemplo) normalmente a bandeira é atualizada, quando não simplesmente substituída.

O Brasil, terra com uma história de instabilidade política, já possuiu mais de 15 bandeiras diferentes até chegar à versão atual, de 11 de maio de 1992. A bandeira que conhecemos atualmente, por exemplo, começou a tomar forma com a proclamação da Independência, em 7 de setembro de 1822.

Durante todo o período de Império (1822 – 1889), a bandeira do Brasil era composta por uma coroa, posicionada acima de um escudo (com desenho semelhante ao da bandeira de Portugal), envolta em ramos de café e tabaco, sobre o losango amarelo e retângulo verde. Com a queda do Império, ela foi substituída.

Poucos dias após a proclamação da República, um grupo de republicanos submeteu o que supostamente seria a nova bandeira do Brasil (há alguns dias em uso não-oficial) à aprovação de Deodoro da Fonseca. A proposta foi absolutamente rejeitada: o presidente do governo-provisório julgou que tratava-se de uma cópia grosseira da bandeira dos Estados Unidos, que ficou conhecida como bandeira provisória da República, porque não foi oficializada.

Não se sabe se a intenção do autor da bandeira provisória era copiar os EUA. O fato é que, afora suas cores (verde e amarela), a maioria de seus elementos a tornavam muito semelhante à bandeira norte-americana: listrada horizontalmente, com um pequeno retângulo no canto superior esquerdo, preenchido por estrelas.

A bandeira oficial A bandeira oficialmente adotada pelo Brasil no início da República, em 19 de novembro de 1889, é a mesma que temos hoje, com algumas estrelas a menos. Ela foi idealizada por dois dos principais positivistas brasileiros, Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemes, com ajuda de Manuel Pereira Reis, um expoente professor de astronomia da época. A nova bandeira mantinha os tradicionais losango amarelo e o retângulo verde, que representavam a riqueza mineral e vegetal da nação, respectivamente. O escudo foi substituído pela esfera azul, a qual foram introduzidas estrelas (uma para cada Estado) e cortada por uma faixa branca com a inscrição “Ordem e Progresso”, invocando o lema do positivismo, cujo o pai é o sociólogo de Augusto Comte. Desde então a bandeira brasileira permanece a mesma, com apenas três alterações no número de estrelas (em 1960, 1968 e 1992), decorrentes da criação de novos Estados.

fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/bandeira-do-brasil.htm
por
Editores HowStuffWorks Brasil

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dia da Consciência Negra será feriado em 225 municípios, segundo Seppir


Brasília - O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, será feriado em 225, de um total de 5.561 municípios do país, segundo levantamento da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. A data, que será celebrada em centenas de eventos pelo país, lembra o dia em que foi assassinado, em 1695, o líder Zumbi, do Quilombo dos Palmares, um dos principais símbolos da resistência negra à escravidão. Texto publicado na página da Seppir, órgão ligado à Presidência da República, explica essa história. Em 1971, ativistas do Grupo Palmares, do Rio Grande do Sul, chegaram à conclusão de que 20 de novembro tinha sido a data de execução de Zumbi e estabeleceram-na como Dia Da Consciência Negra. Sete anos depois, o Movimento Negro Unificado incorporou a data como celebração nacional. Em 2003, a lei 10.639, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabeleceu a data como parte do calendário escolar brasileiro. "Herdamos os propósitos de Luiza Mahin, Ganga Zumba e legiões de homens e mulheres negras que se rebelaram a um sistema de opressão. Lançaram mão de suas vidas a se conformarem com a prisão física e de pensamento", diz o texto, assinado pela ministra da Seppir, Matilde Ribeiro. Luiza Mahin foi mãe do jornalista e advogado negro Luís Gama, um dos líderes do movimento abolicionista, no século 19. Ganga Zumba foi outro líder de Palmares. "Orgulhosamente, exaltamos nossa origem africana e referendamos a unidade de luta pela liberdade de informação, manifestação religiosa e cultural. Buscamos maior participação e cidadania para os afro-brasileiros e nos associamos a outros grupos para dizer não ao racismo, à discriminação e ao preconceito racial", continua a ministra, no texto. "Que este 20 de Novembro, assim como todos os outros, seja de muita festividade, alegria e renove nossas energias para continuarmos nossa trajetória para conquista de direitos e igualdade de oportunidades. Estejamos todos, homens e mulheres negras, irmanados nesta caminhada pela liberdade e pela consciência da riqueza da diversidade racial!”, conclui ela. O 20 de novembro foi instituído como data de referência para o movimento em contraposição ao 13 de maio, quando foi decretada a abolição da escravatura, a chamada Lei Áurea, pela princesa Isabel, em 1888. O 13 de maio expressa, então, a celebração da generosidade de uma branca em relação aos negros, em vez de enfatizar a própria luta dos negros por sua libertação. O Dia da Consciência Negra é marcado por manifestações, passeatas e seminários em várias cidades brasileiras. Segundo o site da Seppir, o estado onde mais cidades decretaram a data feriado é o Rio de Janeiro, com 92 municípios.

fonte e créditos
Kelly Oliveira e Spensy Pimentel
Repórteres da Agência Brasil
http://www.agenciabrasil.gov.br

Proclamação da República Questão Militar e Proclamação da República


Antonio Carlos Olivieri*
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

O marechal Deodoro da Fonseca Juntamente com a agitação abolicionista da década de 1870, chegou também ao Brasil a propaganda republicana. Durante a década de 1880, a idéia de República angariou simpatizantes no país, mas em número menor que o abolicionismo, e num ritmo muito mais lento. Somente após o fim da escravidão, ela entrou na ordem-do-dia. Os primeiros a engrossar as fileiras do novo grupo foram os cafeicultores, revoltados com a monarquia. Responsabilizavam o governo imperial pela perda dos escravos, sem indenização.

Depois da Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, os líderes do setor cafeeiro rapidamente se uniram aos idealistas do Partido Republicano, fundado havia quase duas décadas. Até então, a agremiação contava apenas com militantes jovens e idealistas. Mas o partido não decolou. Durante dez anos, seu desempenho eleitoral foi pífio: não conseguia eleger seus candidatos à Câmara e ao Senado.


Fonte: UOL Educação.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Prêmio Vivaleitura 2008 anuncia vencedores

13/11 - 15:51
Redação SÃO PAULO - A Comissão de Seleção anunciou os vencedores do Prêmio Vivaleitura 2008 na noite desta quarta-feira, durante o evento realizado no Museu de Arte de São Paulo (MASP). Dentre os quase 2 mil trabalhos recebidos pela comissão, 15 finalistas foram escolhidos como melhores iniciativas. Cada um dos vencedores recebeu o prêmio de R$30 mil.

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http://www.premiovivaleitura.org.br/default1.asp

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

I Concurso Pontos de Leitura - projetos de estímulo à leitura

Inscrições prorrogadas até 24 de novembro. Veja a cartilha

Confira a portaria de prorrogação do prazo de inscrição.

Portaria n°76

Foi produzida uma cartilha para melhor esclarecer a todos que vão participar do concurso que selecionará até 600 iniciativas culturais de todo o país.

A Coordenação-Geral de Livro e Leitura (CGLL) do Ministério da Cultura (MinC) coordenou a elaboração de uma cartilha sobre o Concurso Pontos de Leitura 2008 - Edição Machado de Assis, aberto no dia 25 de setembro e cujas inscrições poderão ser feitas até 10 de novembro deste ano. A cartilha será distribuída em todo o Brasil e também ficará disponível neste site.

A Portaria que instituiu o concurso foi assinada pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira. A premiação consistirá na entrega de kits que incluem acervo bibliográfico, computador e mobiliário para até 600 iniciativas vencedoras do concurso, as quais deverão fortalecer, estimular e fomentar a leitura em diversos locais, como, por exemplo, bibliotecas comunitárias, Pontos de Cultura, hospitais, sindicatos, presídios, associações comunitárias e outros. Os kits se destinam à renovação de acervos bibliográficos e de equipamentos que promovam o uso cultural de computadores e Internet.

Poderão se inscrever no concurso pessoas físicas ou jurídicas nacionais, públicas ou privadas, sem fins lucrativos, representantes de iniciativas voltadas para, pelo menos, um dos objetivos que constam no artigo 1º, parágrafo 2º, da Portaria. Não poderão candidatar-se bibliotecas, escolas e universidades mantidas pelo poder público.

Cada candidato só pode inscrever uma única proposta. Na data de 10 de novembro de 2008, as iniciativas precisam ter completado pelo menos um ano de existência.

Serão considerados prioritários, mas não exclusivos, os trabalhos localizados nos 410 municípios atendidos pelo Programa Territórios da Cidadania 2008, nas áreas do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e municípios prioritários do Programa Mais Cultura, citados no Anexo A da Portaria.

fonte:

http://www.cultura.gov.br/site/2008/11/10/i-concurso-pontos-de-leitura-2/

Cartilha do Concurso Pontos de Leitura

Informações sobre a rede de biblioteca viva



sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Lenda da Origem do Rio Amazonas


Há muitos anos, existia na selva amazônica dois noivos apaixonados que sonhavam ser um casal. Ela vestia-se de prata e seu nome era Lua. Ele vestia-se de ouro e o seu nome era Sol. Lua era a dona da noite e Sol era dono do dia.

Havia porém, um obstáculo para aquele namoro: se eles se casassem o mundo se acabaria. O ardente amor de sol queimaria a terra toda e o choro triste da Lua toda a terra afogaria.

Apesar de apaixonados, como poderiam se casar? A Lua apagaria o fogo? O Sol faria toda a água evaporar?

Assim, eles se separaram. Eles nunca puderam se casar. Os noivos ficaram desesperados, a Lua de prata e o Sol de ouro.

No desespero da saudade, a Lua chorou durante todo um dia e toda uma noite. Suas lágrimas escorreram por morros sem fim até chegar ao mar. Mas o mar, com tanta água embraveceu-se, ele não queria aceitar tanta água.

A sofrida lua não conseguia misturar suas lágrimas às águas bravas do mar. Algo estranho aconteceu. As águas escavaram um imenso vale, serras se levantaram. Um imenso rio apareceu. As lágrimas da lua formaram o rio Amazonas, o rio-mar da Amazônia.

fonte
http://portalamazonia.globo.com/artigo_amazonia_az.php?idAz=318

sábado, 1 de novembro de 2008

COMO ADMINISTRAR SEU TEMPO - Noções-chave, situações reais, soluções concretas


Editora: Vozes
Autor(es): Jean-Denis Menard
184 páginas
Peso: 206 gramas
1ª edição (2008)
Literatura de auto-conhecimento


Preço: R$ 33,00

Não há quem não tenha vivido a sensação de falta de tempo. Muitas vezes chegamos a nos perguntar se o tempo não estaria passando mais rapidamente. No entanto, o que vivemos é resultado da má administração de nosso tempo, o que tem nos levado a cometer profundos equívocos tanto na vida pessoal como na vida profissional. A gestão do tempo promete um melhor controle das atividades cotidianas e, embora não seja possível dominá-lo, é possível aprender a conviver com ele e é exatamente esta a proposta deste guia prático. A gestão do tempo nos convida a explorar muitas outras áreas: a organização da empresa na qual trabalhamos, as relações com os parceiros, a motivação, a aptidão para liderar uma equipe, os hábitos de vida, a tendência ao estresse dentre muitas outras.

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